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A mostrar mensagens de Outubro, 2017

Favoritos do Mês:

Outubro: Mês da Coragem...

Livro favorito: Perder para ganhar
Imagem favorita: Via Láctea

Música favorita: You're somebody else
Série/filme favorito: Melodias de Django
Ted Talk favorita: The wait is sexy
Aprendizagem favorita: Dunning-Krugger Effect
Mantra favorito: Confia no Universo
Objecto favorito: O meu oráculo
Peça de roupa favorita: Camisa azul 
Compra favorita: Saia preta
Comida favorita: Sushi
Momento favorito: Oferecer o meu bilhete do concerto a um Australiano
Lugar favorito: Sra. da Saúde
Pessoa favorita: Teresa

All of my heart is in Havana

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Declaração de Amor - Take XLVII

Encontro a minha paz ao teu lado.

Continuando a re-inventar:

Também não vai haver presentes, vai haver presuntos!

Não tarda tenho uma faringite!

E depois há dias em que percebo que me tramo a mim própria quando falo de mais.

24 de Novembro:

O dia das despedidas.

Será sempre uma questão de tempo...

Vejo-me de cabelos compridos encaracolados, de saia pelo meio da perna rodada e de uma padrão mesclado ainda que só de uma cor, um top decotado em que se vêm os ombros e umas Melissas nos pés. Vejo as minhas argolas compridas e largas que sempre adorei nas orelhas e um fio no pescoço com uma medalha que não consigo identificar o que é nem de onde veio, mas sei cá dentro que tem um significado especial. 
Vejo o Malecón ao fundo e o mar caribenho daquele azul muito próprio em que se confunde com o céu. Vejo um chapéu na minha mão, naquele formato especial que se parece confundir comigo e ser parte integrante do meu corpo. Vejo a Praça das Armas e vejo-me ali, no meio de uma reunião de velhotes que toca e canta os ritmos latinos na génese onde eles são feitos. Vejo as cores dos carros antigos e dos edifícios coloridos a contrastar com o branco-cinzento do Capitólio. Vejo os pássaros a comer as migalhas de um pão que alguém lhes deu e a esvoaçar ali ao pé de mim. Vejo as mulatas calorosas …

Seja bom ou nem por isso...

Sempre que nos recusamos a receber o que os outros nos dão, ficamos indubitavelmente mais pobres.

10 coisas que me fazem feliz:

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Correr, preferencialmente ao ar livre e à beira-mar.Sair à noite para beber um copo com os amigos do Porto.Fazer almoços de família ao Domingo.Estudar coisas novas e poder reflectir sobre elas.Ver séries/filmes/documentários que me ensinam coisas.Viajar para sítios que não conheço.Passear com o meu filho e fazê-lo rir às gargalhadas.Passar tempo na Natureza.Praticar yoga e meditação.Falar ao telefone com as minhas pessoas do coração.


Que dulce fue tenerte dentro.

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Verbo da Semana:

Oraculur.

Na onda da re-invenção!

Este ano não vamos ter Natal, vamos ter Natalk!

Queijo da Serra

É o cheiro da cadeira do carro do meu filho, depois de ele lá ter vomitado sabe Deus/a o quê...

Desabafo emocional

Todos os nasceres do sol me dão vontade de tomar o pequeno-almoço contigo.

Escolhas:

Nós somos fruto do que fizemos para seguir em frente.

Eu:

Ana. Mulher. Miúda. Mãe.
Uma miúda de 33 anos que se sente exactamente da mesma forma que aos 16 com a diferença que agora tenho de pagar as minhas contas e já realizei um dos maiores sonhos da minha vida: tirar a carta de condução. 
Apaixonada pelo meu nome, mulher, mãe e feliz. Dona da gata mais linda do Mundo com a qual partilho a cor dos olhos: verdes. Alguém que demorou muito tempo a perceber o impacto que estes olhos tinham nos outros em geral e nos homens em particular. 
Lisboeta de nascença, transmontana de educação e coração, alfacinha de gema ao longo do tempo e à medida que me fui permitindo apaixonar por Lisboa e fiz da cidade a minha relação mais duradoura. Actual moradora da Invicta e muito mais granítica por fora e por dentro desde que habito a cidade dos dragões. Viciada em locais de partida porque só na ida me encontro e apenas sou capaz de perceber quem sou no regresso. Talvez por isso ainda nunca tenha ido de vez... 
Coleccionadora amadora de vinil, melómana da ponta…

E da última vez compensou na felicidade!

Estou a meter-me numa empreitada que me vai dar trabalho até Deus/a sabe lá quando!

E é triste...

Ontem percebi que substituí a minha ternura por cinismo.

Acabei de traumatizar o meu filho!

Comprei-lhe roupa na secção de menina!

Declaração de Amor - Take XLVI

Tu és a minha maior prova de fé.

18 de Outubro

A noite do por trás!

Porto (de Abrigo)

Querida Ana,
Demorei muito tempo a conseguir escrever-te. As palavras só são o meu forte para fora, para dentro parecem sufocar e converter-se em silêncios cheios de buracos e preenchidos de vazios.
Se não o fiz antes não foi por falta de amor, ao contrário do que possas pensar. Foi pela minha incapacidade em expressar o amor que sinto por ti, Ana. Levei algum tempo, tu dirás mais do que o necessário sempre. Essa tua pressa em chegar ao Destino que muitas vezes te impede de disfrutar a viagem. Pois bem, aqui estamos chegados ao ponto em que precisas de ler que eu te amo. Incondicional, verdadeira, genuina e ardentemente.
És tu a mulher da minha vida. Sempre foste tu, ainda que tenhas demorado a perceber isso. Ainda que tantas pessoas te possam ter magoado, este foi o teu caminho que te trouxe de volta a mim! Podia perder-me a escrever incontáveis palavras de apreço que sinto por todas as qualidades que tu melhor que ninguém sabes possuir. Podia perder-me a re-escrever tudo o que me faz a…

Depois de ontem:

O Outono foi oficialmente autorizado a chegar.

17 de Outubro

O dia de estender os a-braços ao Universo!

Novo título:

Promotora de felizes acasos!

Declaração de Amor - Take XLV

Tu és o meu Super-Homem, eu sou a tua Mulher Maravilha.

Ai Universo...

Parece que finalmente voltámos a falar a mesma língua!

É por isso que tento muito.

Eu prefiro sempre arrepender-me do que fiz do que o que deixei por fazer.

No cinema aprende-se:

Que a última fila da sala de cinema é a fila dos namorados.

Sou uma poetisa eu!

Eu continuo a querer-te na minha vida mas não deste modo braseira. Não precisa de ser um incêndio, mas dava jeito que o lume estivesse mais forte. Forte o suficente para aquecer, transpirar mas sem queimar.

No almoço aprende-se:

Que não sou mulher de casar, mas sim de acasalar!

Becoming...

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A sun goddess.

Auto-punição.

Há mais ou menos um ano atrás, ainda que inconscientemente, dei início a um processo de auto-flagelação pessoal, em que quase diariamente me batia e espancava mentalmente pelo que era. Não foi consciente mas passei praticamente 365 dias a achar que precisava de me auto-disciplinar fortemente, e provavelmente da pior maneira possível, para deixar de ser quem era e para moldar a minha personalidade de forma a que nunca mais voltasse a passar por um processo de mágoa do qual me senti a maior das vítimas.
Deixei de ser quem era, perdi alegria de viver, senti-me o pior dos seres humanos à face da terra, cumpria todas as obrigações esperadas de mim e pelo meio tentava sempre que possível anestesiar-me da dor. A dor, essa dor excruciante que me consumiu a carne, os músculos, os ossos, os tendões, os órgãos.
E não há melhor carrasco do que nós próprios, porque se cá dentro é cada um a dançar com os seus fantasmas, a nossa cabeça é perita em transformá-los nos piores monstros de que há memória.
N…

Cabe-nos a nós fazer melhor!

Ontem discutia a questão dos esterótipos de género e o facto de não acreditar que trabalhar só com mulheres fosse pior do que trabalhar só com homens. Pessoas são pessoas e dão trabalho e criam chatices e gostam de alimentar discussões desnecessárias.
Mas efectivamente nunca irei compreender porque é que determinadas pessoas têm especial prazer em chatear os outros. E pior, alguém que é mãe e retira prazer de chatear outra mãe, mesmo sabendo que inevitavelmente uma parte dessa chatice acabará a influenciar a vida dos nossos filhos.
É energia que é usada para destruir em vez de construir e isso eu não consigo compreender.

It's not a race to the end

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Declaração de Amor - Take XLIV

Tu és o meu karma, eu sou o teu dharma.

Eu acho que é...

Passar de Sapador a Voluntário é considerado downgrade, não é?!

Definitely In Love!

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Pelo menos este não desiluse!

Dear Past Me:

Congratula-te porque há um ano atrás conseguiste tomar uma decisão que mudou a tua vida para melhor. Abraça-te porque foste capaz de fazer o impensável para a maioria das pessoas na mesma situação que tu, é sempre mais fácil ser cobarde do que ir à luta. Mima-te porque a doçura que deres a ti própria irá ser alimento para a ternura que terás com o teu filho. Celebra todo o caminho que foste capaz de percorrer num único ano apenas e premeia-te com alguma coisa de bom apenas e só para ti mesma, sem a necessidade de a partilhares seja com quem for. Acredita que no fim do caminho haverá um oásis onde repousar. Continua a alimentar os sonhos, as esperanças e a fé que te sempre te caracterizou. Volta a ensinar alguém a dar abraços e mantém nesse ritual com todos os que puderes. Investe na construção da tua nova família a Norte e sacrifica-te por aquilo em que acreditas, a generosidade sem dádiva é apenas egoísmo disfarçado. Não acredites no fora da caixa, em vez disso desenha tu a tua própr…

Só uma questão de paciência! E esforço.

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Despedida...

Hoje vive em mim uma imensa sensação de partida.

Re-Inventei-me...*

Houve um tempo em que eu ia ao ginásio e sentia-me um caco, o patinho feio no meio de todas as mulheres que lá estavam. Nesse tempo, eu não sabia sequer o que era auto-estima, nem quem eu própria era.
Houve um tempo em que eu não nadava porque tinha vergonha do meu corpo e voltar a vestir o fato de banho era uma humilhação. Nesse tempo, eu sentia-me a pessoa mais solitária do mundo.



Houve um tempo em que eu punha o pé numa passadeira e desabava a chorar, só de pensar em todas as mulheres que o pai do meu filho tentaria seduzir naquela noite e na seguinte e na seguinte. Nesse tempo, eu amava alguém que conseguiu atingir-me no meu ponto mais fraco de todos.


Houve um tempo em que o simples acto de entrar no ginásio era a maior das valentias que eu era capaz de ter naquele dia. Nesse tempo, sair de casa e cuidar do meu filho eram uma obrigação da qual eu não retirava o mínimo prazer.


Houve um tempo em que toda a minha roupa era preta e larga, para me esconder o mais possível e me deixar passa…

Daddy issues no seu melhor!

Estou na fase em que só me interesso por homens com farda!

Pequena provocação!

Sabes que conheces bem o pai da criança quando entras no teu Facebook e pensas que ele namora com uma flausina, mas que provavelmente a quem ele acha mesmo piada é à irmã dela!

Guarda:

Sítio ideal para almoçar hoje!

VCI:

A rota que me permite ver os melhores nascer do sol todas as manhãs!

7 de Outubro:

Uma das raras noites de Verão no Porto.

Fixa isto, Ana!

Se é complicado não é amor...

Verbo da semana:

Whattsapir!

Nem preciso de anel...

Quando acordarmos os dois juntos no meio das montanhas, vou saber que é para a vida toda.

Top 5 das Nacionalidades Masculinas:

IsraelitasDinamarqueses HolandesesPortugueses Croatas

Viver é:

Oferecer um bilhete de um concerto a um desconhecido. Ir correr a São Silvestre em Dezembro. Cozinhar com amor jantares para amigos cá em casa. Mimar a minha mãe. Provocar gargalhadas ao meu filho. Dizer que te amo. Perdoar quem me magoou. Construir oráculos. Escrever manifestos. Imprimir fotografias do Verão. Dizer piadas parvas. Abordar desconhecidos. Aceitar os passos atrás. Aprender sempre e todos os dias. Comprometer-me.

Já não fazia isto há pelo menos 10 anos:

Fui à feira à hora de almoço!

7223

A tua cara começa a perder os pormenores na minha memória mas o meu corpo ainda tem a forma do teu.
In Heart on the clouds

Mantra do mês de Outubro:

Pensar menos, viver mais!

Lição n.º 83

Quando magoamos intencionalmente alguém estamos só a criar nós para vir desfazer numa próxima vida. 

Ganhar o dia!

Receber um telefonema em que o Adolfo Luxúria Canibal elogiou amplamente o meu trabalho.

Harvey Specter:

O meu mais recente homem fetiche!

Chorar:

Continua a ser a mais básica e significativa forma de comunicação do ser humano.